Após a prisão de Wanderson Lima Araújo, 34 anos; Bruno Henrique Cruz de Sousa, 23 anos; Claudenilson Costa Sales, 26 anos e Jordan Felipe, vulgo “sabiá”, envolvidos no roubo da farmácia Pague Pouco, no centro de Santa Rita, a polícia civil evitou mais duas ações criminosas da quadrilha.
Ao vasculhar os aparelhos celulares dos suspeitos, o delegado Edinaldo Santos descobriu em conversas do aplicativo WhatsApp, que o grupo pretendia assaltar a casa do falecido “Bita do Barão”, na cidade de Codó, visto que o babalorixá deixou muitas fortunas, entre elas, as dezenas de pulseiras, colares e anéis de ouro, além de pedras preciosas.
O plano contava com a participação de uma empregada doméstica do finado “Bita do Barão”, que estaria repassando para o bando, a rotina da casa, bem como os detalhes da riqueza deixada pelo Pai de Santo.
Os bandidos tinham a intenção também de roubar um empresário do ramo de postos de combustíveis, na cidade de Peri-Mirim, na baixada maranhense. O ato renderia cerca de R$ 600 mil. Um compadre da suposta vítima é que estaria orientando os bandidos.

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